E aí você conquistou aquela posição hierárquica que tanto desejava.
Com os olhos brilhando, mais do que com a possível melhora nos rendimentos, você só consegue se sentir exultante é por estar – efetivamente – diante da possibilidade de poder mandar em algumas pessoas.
Erro crasso.
Quanto tempo mesmo você pretende ficar no cargo? Decida aí.
Se for por uma longa temporada é melhor ir mudando esta forma de pensar.
Chefe você poderá até se tornar, mas, líder, nunca.
Especialistas da área de RH explicam que, ao pensar em liderança, o cargo deve ficar em segundo plano.
E eles contam, também, que, para ocupar tal posto, aqueles que administram pessoas precisar ser dotados de competências que, muitas vezes, são inatas (embora possam ser desenvolvidas).
Os números que esses mesmos experts da área trazem dão conta de que 60% da capacidade de liderança vêm da natureza da pessoa e outros 40% podem ser desenvolvidos.
É quase como dizer que, por mais que você queira (e se prepare para isso), alguém com capacidade efetiva de liderança já nasce assim. E não há muito que fazer em relação a isso.
Claro que os perfis de liderança desejados podem mudar de uma empresa para outra, mas, em geral, é bom que você avalie as algumas competências, veja: Visão sistêmica (a habilidade de enxergar o todo de uma empresa e as partes – os departamentos – em sua essência e significado; Influência (conseguir inspirar, convencer pessoas a fazer o que deve ser feito); Tomar decisões difíceis: posto que tais ações impactam, diretamente, no futuro de pessoas e de projetos, é preciso fazer prevalecer o bom senso seja no momento da demissão de funcionários ou na hora de definir orçamento. E é fundamental basear toda e qualquer decisão difícil em números, perspectivas, oportunidades e eventuais riscos.
Estes são apenas alguns tópicos para você parar e pensar, assim, de saída, com muita calma.
Então...tem certeza de que você está preparado(a) para ser um(a) líder?
[Fonte: Exame.com]
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