“Falir” e “rápido” são palavras mais do que recorrentes no cotidiano de pequenas empresas ao redor do mundo. Saiba o porquê e como evitar


Ah, que conquista maravilhosa!

Enfim, você deixou de ser funcionário (a) de alguém para ter seu próprio negócio. Ou, como dizem por aí, deixou de ser empregado (a) para ser patrão (oa)!

Parabéns por inaugurar esta fase na vida, maaass, você sabe que – se não cuidar direitinho de tudo – pode “andar várias casas para trás no jogo” e ter de retomar, mais cedo do que imaginava, a rotina de bater ponto na empresa de alguém, né?

Pois é.

De acordo com o Sebrae, hoje, 98,5% das empresas no Brasil dizem respeito a micro e pequenos negócios e, segundo o IBGE, de cada 10 negócios abertos por aqui, 6 fecham antes de completar 5 anos.

“Ah, mas isso é coisa de brasileiro, que – no geral – tem poucas condições, ao longo da vida, de se preparar para gerir!”, pode ter pensado você aí.

Nada disso. O fenômeno é mundial. Nos EUA, o número é ainda pior. Lá, 80% das empresas fecham antes de conseguirem completar cinco anos de atividade.

Mas por que raios isso acontece?

O principal motivo – apontam especialistas da área – é um certo “choque de personalidades” existentes dentro do (a) proprietário (a) do negócio.

Existem – segundo os experts no assunto – três tipos de personalidades / características dentro de cada empresário (a): técnica (representada pela mão na massa, pelo “fazer”, por viver o presente, desconfiar de ideias ambiciosas e ser focada na realização); administradora (perfil pragmático, adora planejar. Revive o passado já que aprende com os erros para se organizar melhor a cada dia) e empreendedora (é o perfil sonhador, o visionário catalisador de mudanças. Destaca-se pela criatividade, sempre chega com ideias para inovar o negócio, quer transformar continuamente sonho em realidade e vive no futuro). 

É o atrito entre elas o principal deflagrador de problemas e a consequente estancada no processo de prosperidade de um negócio.

Imagine uma empresa com três sócios e, cada um, dono de um dos perfis que descrevemos?

Encrenca na certa!

A dica é ter muito claro que o (a) pequeno (a) empresário (a) que deseja crescer – sim! – vai precisar dos três perfis apontados. Porééémm, cabe a ele (a) identificar qual é a sua descrição mais destacada, sem – com isso – desvalorizar as outras 2 personalidades, deixando que estejam, sempre, no bojo de cada decisão.

[Fonte: Portal Administradores] 




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