Pode confessar aqui para a gente, você também é fã de “Vikings” e “The Last Kingdom”, ambas produções disponibilizadas por uma certa provedora global de filmes e séries de televisão via streaming...
É ou não é?
Bom, você sabia que aventureiros noruegueses navegaram em busca de pistas dos bárbaros, exploradores, guerreiros, comerciantes e piratas nórdicos que invadiram, exploraram e colonizaram grandes áreas da Europa e das ilhas do Atlântico Norte a partir do final do século VIII até ao século XI?
Ufsss...tudo isso para falar dos...vikings!
Em 1960, um casal norueguês – o aventureiro Helge Ingstad e sua esposa, a arquiteta Anne Stine – navegou até um distante e pequeno vilarejo de pescadores no extremo norte de Terranova, na costa atlântica do Canadá.
Ao visitarem o lugar perceberam que era muito parecido com o que tinham visto na Groenlândia.
Rio que ainda tem salmão, um terraço marinho, praia elevada (e coberta com grama), além dos contornos característicos das casas...
Por muito tempo, a área foi chamada de “campo indiano” porque os habitantes locais acreditavam que, no passado, tinha pertencido a povos indígenas.
Porééém, quando o casal de exploradores aportou por lá e notou as semelhanças com o território autônomo da Dinamarca, percebeu que, sim, estava diante de provas físicas – efetivas – de que, há mil anos, os vikings foram da Groenlândia para a América do Norte.
Tá...e o que tem isso de tão incrível?
Ora, significa que os amigos de Ragnar Lothbrok e Uhtred de Bebbanburg podem muito bem ter sido os primeiros europeus no continente americano. E chegaram quinhentos anos antes de Cristóvão Colombo, navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou a América em 1492, ou seja, de acordo com a História, o primeiro europeu a chegar ao continente – que tem cerca de 15 mil quilômetros – localizado no hemisfério ocidental e que se estende, no sentido norte-sul, desde o oceano
Ártico até o cabo Horn.
Ah, esses vikings!
Só nos resta encerrar com o brinde característico deles: “Skol!”
Era assim que os vikings celebravam o retorno de seus guerreiros das batalhas. Eles eram recebidos com canecos de cerveja, considerada uma bebida fortificante.
[Fonte: G1 // Ciência e Saúde]
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