Pressão baixa: vale prestar (muita) atenção aos sintomas

Pressão baixa: vale prestar (muita) atenção aos sintomas
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E aí, de repente, o mundo começou a ficar embaçado, apareceram uns pontinhos pretos no seu raio de visão, veio um cansaço e a sensação de gelatina – prestes a desmoronar – tomou conta do seu corpo. Muita calma nessa hora, respira fundo, é a sua pressão caindo (ou já lá embaixo).

Pressão baixa, se formos pensar (comparando com a pressão alta), não é tão ruim assim. As causas podem ir de desidratação a distúrbios médicos ou cirúrgicos e é fundamental descobrir o que está causando o problema para que ele possa ser tratado.

Mas, afinal, o que é essa história de pressão baixa e pressão alta. Há uma pressão adequada?

Sim, esse número existe. Mas, primeiro, vamos falar sobre pressão arterial. Trata-se da medida da pressão que o sangue faz nas artérias ao longo das fases ativas e de repouso de cada batimento cardíaco. Sobre números específicos, existem medidas – consideradas como normais – para quando o sangue é bombeado para o resto do corpo e quando o coração está em repouso. 

Quando você mede a pressão tem acesso a dois números, certo? Eles relatam a pressão sistólica e a diastólica. Para que você entenda direitinho, a pressão sistólica é o número mais alto quando se mede a pressão e representa a pressão que o coração gera nas artérias ao bombear sangue para o corpo. Já a pressão diastólica é o número inferior na medição e representa a pressão nas artérias enquanto o coração está em repouso.

Hoje em dia, a ciência reconhece como sendo pressão arterial normal a inferior a 120/80 mm Hg (12X8).

Tá, mas e a pressão baixa? A partir de qual registro ela pode ser assim considerada?

Alguns especialistas definem como pressão arterial baixa aquela que apresenta números menores que 90 mm Hg (sistólica) ou 60 mm Hg (diastólica), ou seja, 9X6 (a desta que vos escreve já foi, certa vez, a 7x4, mas, ainda segundo profissionais de saúde, o impacto varia muito de pessoa para pessoa, de organismo para organismo). 

Sem dúvida, como já dissemos lá no começo, ter pressão baixa é mais, digamos, tranquilo (de tratar) do que tê-la alta (que, muitas vezes, requer – obrigatoriamente – tomar remédios para tal fim) e as causas desse “despencar” podem variar muito, de acordo com a posição em que o corpo se encontra ou do ritmo da respiração, nível do estresse, condicionamento físico e medicamentos possivelmente ingeridos.

Certo, mas o que fazer quando a pressão estiver baixa?

Especialistas recomendam o consumo de alimentos ricos em sal, ingestão de água, uso de meias compressoras e uma visita ao médico de confiança para que, se for o caso, ele possa prescrever a medicação necessária.

É preciso prestar a devida atenção. Pressão baixa pode ser resultado de desidratação (quando o corpo perde mais água do que recebe), perda de sangue, infecção ou alimentação deficiente (falta de nutrientes, especialmente as vitaminas B-12 e folato podem prejudicar a produção de glóbulos vermelhos suficientes, ocasionando a pressão baixa).

E então? Já mediu sua pressão hoje?

Cuide-se!


[Fonte: www.gndi.com.br] 




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