Vitaminas não ajudam a aumentar a imunidade! Veja o que é eficaz para a saúde


Coronavírus no ar e a Covid-19 fazendo vítimas fatais no mundo inteiro. 

Diante da recomendação das autoridades para que os grupos de risco se protejam, começa a preocupação com a saúde e a busca por maneiras de reforçar a imunidade.

Primeiro temos que dizer que imunidade boa está diretamente associada a bons hábitos, como comer alimentos naturais, dormir bem e evitar o estresse. Isso significa que não há uma fórmula a ser seguida por todos, não existe uma atitude pontual e "milagrosa".

O que estamos dizendo é que fazer uma ingestão mais elevada do que aquela recomendada – seja de uma vitamina ou mineral – não vai melhorar nenhum sistema imunológico.

Mas ingerir frutas e vegetais, por exemplo, pode – efetivamente – manter o sistema imunológico forte. E quais são as melhores opções dentro de cada grupo alimentar? 

Vamos lá: caju, mexerica, mamão papaia, goiaba e laranja são ricos em vitamina C. Salsa, feijão e catalônia têm bastante ferro.

E castanha-de-caju, semente de abóbora e amêndoas são repletos de zinco e magnésio.

Quer mais? Cenoura, espinafre, manga, mamão e goiaba estão cheios de vitamina A e, ao optar por abóbora, brócolis, espinafre e acelga, você garante boas doses de vitamina E.

Bom, vamos ao sono?

É fato, existe uma forte ligação entre o sono e um sistema imunológico saudável. O sono, como você já deve ter escutado por aí, é restaurador. Dormir bem é fundamental para recuperar o corpo e as necessidades, é bom que se registre, variam de pessoa para pessoa.

Dentro disso, o que se tem como certo é que, em geral, adultos precisam de 7 a 8 horas por noite, adolescentes, de 9 a 10 horas, crianças em idade escolar, de – pelo menos – 10 horas, crianças em idade pré-escolar, de 11 a 12 horas e, por fim, recém-nascidos, de 16 a 18 horas.

É verdade, também, que estresse atrapalha a imunidade e que, de acordo com estudos, a prática regular de atividade física, de baixa duração e moderada é benéfica para a resposta imune.

No mais, as recomendações de sempre. São altamente indicadas medidas para evitar infecções (como lavar as mãos com frequência e cozinhar bem as carnes), estar atualizado (a) com as vacinas recomendadas, não fumar e ingerir – além das frutas e legumes – grãos integrais.

Completam a lista restringir as gorduras e açúcares saturados a 10% do total de calorias, minimizar o consumo de processados, manter peso corporal saudável, controlar a pressão arterial, consumir álcool com moderação e fazer exames médicos regulares.

Tudo registrado?

Vale ressaltar que todas essas providências, se adotadas, não vão bloquear agentes nocivos que possam atacar seu organismo, no entanto, podem – sim – ajudar na prevenção de doenças e na recuperação delas.


[Fonte: Viva Bem // UOL]




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