Covid-19, coronavírus e isolamento social. Enfim, quarentena.
Se para nós, humanos, pode ser muito difícil ficar na reclusão do lar – ainda que ele esteja cheio de gente – imagine só para os pets!
Sim, a rotina dos cães, por exemplo, também foi drasticamente alterada e eles sentem, sim, viu?
Não haveria como não sentir. Os passeios rarearam e, quando existem, têm sido muito mais curtos e cercados de cuidados.
Pois é, mas os bichinhos continuam cheios de energia e, sem poder ir à rua ou, em casos mais extremos, quando não podem estar junto de seus donos, é bastante comum que fiquem muito, muuuuito ansiosos.
Se você tem um amigo de quatro patas em casa e não está sabendo ao certo como cuidar dele durante esse período de recolhimento, nós, da Unincor, vamos te repassar algumas dicas de especialistas em comportamento canino para que essa temporada em casa seja mais leve para todos.
Resumindo bastante, as dicas “de ouro” são: criar rotinas de brincadeira e apostar em brinquedos interativos; manter a alimentação normal, assim como nos dias normais; estabelecer limites e proporcionar momentos para que o cão fique sozinho; por mais que dê muita vontade, não dar colo o tempo inteiro; prestar muita atenção a eventuais alterações de comportamento e aproveitar o tempo em casa para treinar comandos com o cão.
Tudo anotado aí?
Ótimo, então, boa sorte.
Continue se protegendo e, fique tranquilo (a), logo isso tudo vai passar.
[Fonte: G1 // Vida em Casa]
Colesterol alto não é coisa só de adulto. Pode ocorrer em crianças também. E o problema pode ser genético ou deflagrado pelo tipo de alimentação que a criança tem. No segundo caso, a recomendação é que a medição da taxa comece a partir dos 5 anos, com os exames específicos, como o exame de sangue.
LEIA MAISAconteceu na China.
E se, de repente, os legumes e verduras que vão à sua mesa para compor a sua nutrição não viessem mais com o assustador “bônus agrotóxico”, hein?
O alto custo da energia elétrica no Brasil – que influencia negativamente no preço final de produtos oferecidos no mercado – tem feito com que empresas procurem alternativas que possam baratear a produção e não agridam o meio ambiente. Uma dessas soluções foi encontrada por uma agroindústria de Itá, no oeste de Santa Catarina: a implementação de equipamentos que funcionam à base de energia solar.
LEIA MAISE quando a tecnologia “invade” o campo, hein?
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