Você já parou para pensar em quantas coisas acaba por negociar no ambiente de trabalho?
Não, não estamos falando apenas sobre o fechar de um negócio ou na conclusão positiva de um pedido de aumento de salário.
É preciso negociar, também, para negociar um dia livre (a fim de que a carga de trabalho seja igualitária entre os colegas) ou, ainda, para defender um ponto de vista (que pode marcar o desenvolvimento da carreira profissional), por exemplo.
É isso. Existem negociações – mais cotidianas – que, mesmo que não envolvam resultado em dinheiro, são, também, bem importantes.
E quais são as habilidades desejáveis para que se consiga ir à frente em tais negociações?
Especialistas elencam:
- Manter uma relação cordial => uma ligação telefônica (ou uma rápida reunião prévia) pode preparar o caminho antes que se estabeleça uma negociação formal;
- Colocar-se no lugar do outro => a chamada empatia. Tentar entender a perspectiva da outra parte (ainda que não se concorde com ela). Isso permite ter uma compreensão mais racional da outra pessoa e descobrir o que se está buscando;
- Compartilhar informações => uma negociação construtiva está relacionada com a reciprocidade. A boa disposição para compartilhar informações leva todos a seguirem o exemplo e isso abre possibilidade de mais diálogo;
- Priorizar a criatividade => em qualquer negociação é comum o surgimento de problemas (ou elementos inesperados) à medida que as conversas avançam. Nestas circunstâncias, a criatividade precisa entrar em cena a fim de que soluções (que respondam a necessidades distintas) sejam encontradas. E para ser criativo (a) na hora de propor é necessário entender quem está à frente e o que essa pessoa está buscando;
- Reprimir ameaças => em caso de as partes opostas recorrerem a intimidações é preciso buscar maneiras de bloqueá-las (ou preveni-las) para que todos sigam na mesa de negociação. Basicamente trata-se de minimizar a tensão. O principal é encontrar um tema que seja de interesse de todos e, a partir disso, direcionar a discussão no referido sentido.
Tudo anotado?
Boa sorte aí!
[Fonte: www.contabeis.com.br]
É bem comum encontrarmos, nas escolas – e até já nas universidades – estudantes que, diante de notas baixas, se lamentam dizendo que “não nasceram para a Matemática”.
Pais e professores do mundo todo têm percebido – cada vez mais – a dificuldade que alunos vêm apresentando para escrever à mão. E a culpa é do uso excessivo das novas tecnologias, como tablets e smartphones.
LEIA MAISVocê sabia que, de acordo com a hora do dia, é mais – ou menos – provável que você se machuque ou fique doente?
Durante muito tempo, uma boa parte dos brasileiros celebrou a virada de um ano para o outro atenta ao resultado de uma certa corrida, bem famosa, realizada nas ruas de São Paulo. Atualmente, a tal competição – a São Silvestre – embora ainda disputada no último dia do ano, mudou de horário, mas conserva o posto de representante mais famosa do esporte que celebramos, hoje, em nosso calendário: o Atletismo.
Responda rápido: diante da falta de tempo para executar uma tarefa, você, por acaso, já foi perguntado (a) sobre o que faz da meia-noite às seis da manhã? E, como forma de passar adiante tamanho equívoco, já disse por aí, em tom de chacota, para quem quisesse ouvir, que dormir é para os fracos?
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