Com o coronavírus “à solta”, 2020, sem dúvida, foi o ano que ficará marcado na história da Humanidade como aquele em que coisas impensáveis aconteceram:
O planeta se retraiu, as pessoas se isolaram em suas casas, as escolas foram fechadas e estudantes do mundo inteiro se viram diante da necessidade de seguir seus estudos de maneira remota, ou seja, à distância, por meio da tecnologia.
De todo o período, dificílimo, pelo menos uma grande lição vai ficar: é hora de admitir que, no que tange à Educação, a tecnologia veio para ficar.
Verdade! E podemos listar alguns benefícios que a “parafernália de equipamentos” pode trazer.
Por exemplo, visto que pode gerar novas perspectivas em relação às matérias convencionais (e inserir um método de ensino diferenciado), a tecnologia pode, efetivamente, melhorar a qualidade de ensino.
Sim, porque aumenta o engajamento dos alunos!
É que o recurso estimula o desenvolvimento cognitivo e isso colabora para que o conhecimento se expanda ao ponto de avivar a atenção.
Fora que valoriza a parceria entre a escola e os pais (porque fica muito mais fácil estabelecer uma conversa amigável com os responsáveis, fazendo com que eles queiram saber como está a evolução dos filhos durante o ano letivo) e reduz o número de reprovações (a tecnologia permite que os educadores auxiliem melhor as crianças em relação às disciplinas, fazendo com que conceitos mais complexos sejam assimilados sem maiores dificuldades).
Por fim, não se pode ignorar que o contato com a tecnologia na época da escola ajuda os estudantes a se prepararem para futuras carreiras.
Viu que interessante?
[Fonte: escolasdisruptivas.com.br]
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