Vamos conversar sobre refluxo gastroesofágico?
Se você não tem, certamente conhece alguém que vive às voltas com o problema. Sim, a doença – que, entre outras coisas, pode causar azia, queimação na altura do tórax, tosse e regurgitação – atinge de 12 a 20% da população brasileira.
Muito bem, mas um estudo recente de Harvard, nos EUA, revelou que – pelo menos em mulheres – o conjunto de cinco práticas saudáveis pode reduzir, em até 37%, a incidência dos sintomas do refluxo gastroesofágico.
E quais são esses hábitos benéficos?
Anote aí: manter um peso normal, ficar longe do cigarro, realizar pelos 30 minutos por dia de atividade física (moderada ou vigorosa), não ingerir mais do que dois copos de chá ou café por dia e, por fim, manter uma alimentação equilibrada.
Para chegar a tal conclusão, os especialistas debruçaram-se sobre o banco de dados do The Nurses' Health Study II.
Trata-se de um levantamento conduzido, desde 1989, que avalia 116.671 mulheres que respondem, periodicamente, a perguntas sobre o estado de saúde.
Foram usadas informações de 42.955 mulheres entre 42 e 62 anos. Elas foram questionadas sobre sintomas de refluxo gastroesofágico.
Para tornar as conclusões mais confiáveis, os estudiosos ainda consideraram fatores que poderiam influir nos resultados (como o uso de medicamentos para a doença e o histórico de diabetes).
A pesquisa não avaliou a razão pela qual determinadas práticas saudáveis afastam os sintomas do refluxo, porém, seus autores indicam que elas podem beneficiar estruturas como o esfíncter gastroesofágico (que impede a subida de ácidos estomacais de volta para o esôfago).
[Fonte: Veja // Saúde]
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